Porto Covo – De aldeia de Pescadores a atracção turística

De aldeia de Pescadores a atracção turística

Porto Covo

Fonte de inspiração de poetas e cantores, Porto Covo desde sempre encantou os seus visitantes logo num primeiro olhar. Em meados do século XVIII, Porto Covo não passava de um pequeno lugar implantado na arriba, próximo de uma pequena enseada. Sabe-se que em 1780 o pequeno povoado resumia-se a quatro casas apenas.

Testemunha desta história, a Ilha do Pessegueiro com os seus fortes comprova o que restava de um grandioso projecto de um porto marítimo que Filipe II de Espanha e Felipe I de Portugal havia concebido para aquele lugar. Este projecto nunca se chegou a concretizar e durante o século XVIII a principal actividade registada em Porto Covo prendia-se com a utilização da calheta local e do ancoradouro do Pessegueiro como portos de pesca e comércio.

Assim permaneceu discretamente até ao dia em que um membro da alta burguesia comercial pombalina se encantou por aquele pequeno lugar. Jacinto Fernandes Bandeira era oriundo de uma família não muito abastada de Viana do Castelo. Veio cedo para Lisboa enveredando pela actividade comercial na qual granjeou grande sucesso. Jacinto Fernandes Bandeira depressa alcançou notoriedade, enriqueceu e ganhou poder durante o Governo do Marquês de Pombal. A sua ascensão levou a que recebesse inúmeros títulos, entre os quais o de Fidalgo Cavaleiro da Casa Real, em 1794, por “haver principiado uma povoação no sítio de Porto Covo, de que pode resultar muita utilidade ao comércio e transportes da província do Alentejo, cuja povoação se obrigou a concluir na conformidade do mapa que apresentou”, assim rezava o decreto. Para concretizar a edificação da povoação, Jacinto Fernandes mandou fazer um plano constituído por dois desenhos; o “Mapa da Configuração do Terreno e Porto Covo que se pretende habitar e cultivar” e ainda uma Planta da Nova Povoação do Porto Covo” (ver imagem). Assim começava um novo ciclo na vida do lugar de Porto Covo, associado à ascensão de Jacinto Fernandes Bandeira que, a 13 de Junho de 1796, recebe a denominação de Senhor de Porto Covo “em consideração da actividade com que promove o estabelecimento e povoação de Porto Covo, em benefício da agricultura, da pesca e do provimento da Corte”.

Em 1802 Jacinto Fernandes torna-se Alcaide-mor de Vila Nova de Mil Fontes e, algum tempo depois, passa a Conselheiro da Real Fazenda. A 15 de Agosto de 1805 recebe o título de Barão de Porto Covo.

A povoação é inspirada no traçado geométrico da baixa pombalina, em Lisboa, como se pode ler na obra Porto Covo – um exemplo de urbanismo das Luzes, da autoria do historiador António Quaresma. “Nele sobressaem duas praças que lhe conferem esquematicamente certa semelhança com um H: a Praça do Poleirinho, junto ao Porto e a Praça do Mercado. Entre as duas, os equipamentos sociais: o hospital para inválidos e expostos e a igreja. Tudo na nova povoação está racionalmente e previamente determinado: blocos de habitação, celeiro, armazém de carvão, estalagem, instalações para os armadores de pesca, edifício da Câmara e da cadeia e a casa da Fazenda. Cercando grande parte do conjunto, uma cortina com a dupla função de fortificar e de impedir que alguém se precipitasse da arriba”.

Jacinto Fernandes Bandeira dedicou a sua vida ao incremento da povoação vindo a falecer a 30 de Maio de 1806. Solteiro, deixou os seus títulos de herança ao seu sobrinho Jacinto Fernandes da Costa Bandeira que vem a receber o título de 2° Barão de Porto Covo. Este, por sua vez, por valiosa contribuição para a política do reino chega ao cargo de ministro da Fazenda e presidente do Banco de Lisboa. É elevado a Visconde de Porto Covo em 1825 e em 1843 passa a Conde deste lugar. Sob a regência deste 2° Barão o crescimento de Porto Covo não é muito significativo tendo, um século depois, cerca de vinte fogos. Porto Covo nunca chegou a desempenhar o papel de porto do Alentejo. Teve no entanto um papel secundário como porto comercial, sendo a pesca a sua actividade mais importante.

O desenvolvimento da povoação só registou um avanço significativo aquando da construção do complexo industrial de Sines. Nessa altura aumentou de cinquenta e cinco fogos e 246 moradores em 1940, para cento e quarenta e quatro fogos em 1980, registando então um total de 539 habitantes.

Inserida no conselho de Sines, Porto Covo tornou-se freguesia em 1984, evoluindo de uma aldeia piscatória para um local de atracção turística, potenciando a beleza da sua paisagem com as suas praias de areia branca e fina aquecidas pelo sol e a hospitalidade das suas gentes. Outro ponto de interesse turístico é a Ilha do Pessegueiro, com a sua praia com condições para a prática de windsurf, passeios de barco e pesca desportiva.

IN Noticias de Sines, 3 de Junho 2000

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As 10 calçadas mais bonitas de Lisboa

ART AT YOUR FEET: LISBON’S 10 MOST BEAUTIFUL PAVEMENTS

ARTE A SEUS PÉS: AS 10 MAIS BELAS CALÇADAS DE LISBOA

It’s inspired by Roman mosaics, but the traditional Portuguese cobblestone pavementdeveloped in Lisbon during the city’s post-1755-earthquake reconstruction. It all started with Rossio Square’s wave-like patterns and soon spread all over the capital, to other cities in Portugal, to Brazil, Macau and other colonies. Here are ten of the most outstanding examples in Lisbon today.

Ainspiração vem dos mosaicos romanos mas a tradicional calçada portuguesa nasceu em Lisboa durante a reconstrução da cidade após o terramoto de 1755. Tudo começou com o padrão ondulado no Rossio e obras semelhantes logo se espalharam por toda a capital, para outras cidades portuguesas, para o Brasil, Macau e outras colónias. Eis dez dos exemplos mais notáveis existentes hoje em Lisboa.

Monumento ao Calceteiro na Baixa, Lisboa

MONUMENTO AO CALCETEIRO

1| RUA DA VITÓRIA

In 2006 Lisbon decided to honor the dedicated craftsmen who’ve paved the city by hand throughout time. A bronze monument with two life-size figures was placed downtown on Rua da Vitória, showing the men at work on a pavement of the ship of St. Vincent accompanied by ravens which are the emblems of the city of Lisbon.

Em 2006 Lisboa decidiu homenagear os calceteiros do passado, do presente e do futuro com um monumento em bronze composto por duas figuras em tamanho real. Foi colocado na Rua da Vitória, mostrando os dois homens a trabalhar na calçada de uma barca de São Vicente acompanhada por corvos, símbolo da cidade de Lisboa.

Calçada portuguesa no Rossio, Lisboa

ROSSIO

2| ROSSIO

This is where it all started, Rossio Square, given the wave patterns in 1849.

Foi aqui que tudo começou, no Rossio, com o padrão de desenho “Mar Largo” em 1849.

Calçada Avenida da Liberdade, Lisboa

PRAÇA DOS RESTAURADORES | PRAÇA DO MARQUÊS DE POMBAL

 

3| AVENIDA DA LIBERDADE

It’s on Avenida da Liberdade that we now find the most beautiful examples of this art form, fromRestauradores Square to Marquês de Pombal. Down the avenue are floral motifs and abstract patterns, while by the monument of Marquês de Pombal is an image of a Portuguese caravel.

É na Avenida da Liberdade que se encontram hoje os mais belos exemplos desta arte, desde a Praça dos Restauradores à do Marquês de Pombal. Pela avenida fora vêem-se desenhos florais e abstratos, enquanto junto ao monumento do Marquês de Pombal pode admirar-se uma caravela portuguesa.

Calçada portuguesa em Belém, Lisboa

MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS | PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS

 

4| PRAÇA DO IMPÉRIO

By the gardens in front of Jerónimos Monastery (“Praça do Império”) are other notable examples, but it’s the famous mosaic across the street by the Discoveries Monument that draws the most attention. Surrounded by a wave pattern similar to that of Rossio Square is a map of the world showing the routes of the Portuguese explorers.

Nos jardins do Mosteiro dos Jerónimos (Praça do Império) encontram-se outros exemplos notáveis​​ de calçada portuguesa, mas o mosaico junto do Padrão dos Descobrimentos em frente é o que chama mais a atenção. Rodeado de calçada “Mar Largo” semelhante à do Rossio vê-se um mapa do mundo ilustrando as rotas dos navegadores portugueses.

Calçada portuguesa no Parque das Nações, Lisboa

PARQUE DAS NAÇÕES

 

5| PARQUE DAS NAÇÕES

Although the eastern district of the city is all about the contemporary, it still follows the use of the traditional cobblestone pavements. It has some of the most extraordinary designs, with images of sea monsters by theOceanarium and several maritime motifs down Alameda dos Oceanos.

Apesar da zona oriental da cidade ser simbólica de contemporaneidade, não deixa de seguir as tradições no uso da calçada portuguesa. Aqui encontram-se algumas das obras mais extraordinárias, com imagens de monstros marinhos junto ao Oceanário e diversos motivos marítimos na ala central da Alameda dos Oceanos.

 

Calçada portuguesa no Largo do Camões, Lisboa

PRAÇA DO CAMÕES

Calçada portuguesa, Lisboa

MONUMENTO A PEDRO ALVARES CABRAL, ESTRELA

 

6| LARGO DE CAMÕES

7| AVENIDA PEDRO ALVARES CABRAL

Lisbon’s role in the Age of Discovery is recalled all over the city, and by the statue of the leading literary figure of the time (poet Luis de Camões) are images related to the sea. The same is seen around the monument to Pedro Alvares Cabral, the discoverer of Brazil, found by the garden of Estrela.

A Lisboa dos Descobrimentos é recordada por toda a cidade, e junto da estátua da principal figura literária da época (o poeta Luis de Camões) encontram-se imagens relacionadas com o mar. O mesmo vê-se à volta do monumento a Pedro Álvares Cabral (descobridor do Brasil), situado no exterior do Jardim da Estrela.

Calçada Cais do Sodré, Lisboa

CAIS DO SODRÉ

 

8| CAIS DO SODRÉ

9| LARGO DO CHIADO

10| PRAÇA DO MUNICÍPIO

Usually it’s the images that stand out on the pavements, but most of the city squares present pattern designs.Cais do Sodré (Praça Duque de Terceira) is an exceptional example for the dominant use of dark stone, contrary to what is found throughout much of the city, such as in Largo do Chiado and Municipal Square.

Geralmente são as imagens que mais se destacam no pavimento, mas a maioria das calçadas nas praças da cidade apresentam desenhos em vários padrões. A do Cais do Sodré (Praça Duque de Terceira) destaca-se pelo uso dominante da pedra escura, ao contrário do que acontece na maioria dos casos, como no Largo do Chiado e na Praça do Município.

Calçada portuguesa no Chiado, Lisboa

LARGO DO CHIADO

Calçada na Praça do Município, Lisboa

PRAÇA DO MUNICÍPIO

 

IN lisbonlux.com

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Pestana Palace eleito ‘Melhor Hotel de Portugal’

Pestana Palace Hotel, em Lisboa, foi recentemente distinguido na categoria de ‘Melhor Hotel de Portugal’ dos ‘International Hotel Awards’.

PestanaPalace

O Altis Grand Hotel, na categoria ‘Renovação’ e o Vivamarinha Hotel & Suites, nas categorias ‘Melhor Resort’ e ‘Hotel Mais Seguro’, foram outras duas unidades portuguesas distinguidas na cerimónia que decorreu no final de Janeiro em Londres.

Os International Hotel Awards premeiam anualmente a hotelaria mundial, distinguindo os projectos hoteleiros com classificação de 5 estrelas, em 17 categorias diferentes.

Os International Hotel Awards são também uma competição global que distingue os mais luxuosos hotéis e projectos de hotelaria de todo o mundo, identificando, destacando e premiando a excelência da indústria hoteleira mundial num vasto conjunto de categorias. Existem categorias gerais por tipologia e dimensão das unidades hoteleiras, mas também sub-categorias que distinguem o melhor projeto de arquitetura, construção, design de interiores, marketing e website.

Os prémios abrangem o sector hoteleiro ‘5 estrelas’ das regiões da Ásia, Arábia e África, Américas, Caribe, Europa e Reino Unido. Os participantes candidatam-se por país e são avaliados por uma equipa de profissionais altamente experiente em diversas áreas referentes à indústria hoteleira hotelaria.

 

Pestana Palace eleito ‘Melhor Hotel de Portugal’

IN DNoticias 7 Fevereiro, 2015

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Portugal com o melhor stand da Feira de Turismo de Madrid

Fitur distingue Portugal com prémio de Melhor Stand Internacional numa feira em que participam 650 stands de 165 países e regiões. E, desta vez, Portugal contou até com a ajuda dos reis de Espanha. Elvas recebeu menção honrosa.
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Uma vez mais, a presença portuguesa na Feira de Turismo de Madrid, que decorre até domingo, foi distinguida com o prémio de melhor stand internacional.

Desenvolvido pela empresa Multilem para o Turismo de Portugal, o stand português destaca-se pela sua dimensão (é o maior do sector europeu, com 750m2) e por alguns detalhes muito chamativos, contando-se entre eles um gigantesco retrato feito com rolhas de cortiça de Felipe VI e Letizia ou dezenas de chapéus-chuva (também em cortiça) que esvoaçam sobre uma área do pavilhão.

É a quarta vez que Portugal recebe este prémio (depois de 2004, 2011 e 2012) num mercado fulcral para o Turismo português e numa feira tão relevante quanto a madrilena, uma das maiores do mundo dedicadas à indústria turística. Portugal “derrotou” “650 stands provenientes de 165 países e regiões que nesta altura marcam presença em Madrid”, informam em comunicado.

“Vencer este prémio com este stand em particular que nasceu de um trabalho conjunto com o Turismo de Portugal para encontrar uma solução diferente e inovadora de promover o país é ainda mais gratificante e representa um reconhecimento importante de todos os trabalhadores da Mutilem”, comenta a empresa responsável pelo stand, inaugurado em Outubro no World Travel Market de Londres e já premiado também em Barcelona.

Portugal recebeu ainda outra distinção: uma menção honrosa para o stand de Elvas, no Alentejo. Na área internacional foram também premiados o Uzbequistão e o Turismo de Túnis (Tunísia).

30 mil rolhas reais
O grande destaque do stand português é um retrato de Felipe VI e Letizia, assinado por um artista norte-americano, Scott Gundersen. Nele, os rostos dos reis espanhóis são traçados a cortiça: com 230kg, tem 2,30m de altura e 3,20m de largura e é composto por mais de 30 mil rolhas (as últimas 500 são colocadas ao longo do certame). “É uma prenda a todo o povo espanhol”, resumia o Turismo de Portugal na apresentação da obra.

Na inauguração oficial da Fitur, os reis de Espanha passearam pelos pavilhões mas não chegaram ao retrato, que pretende não só seduzir os turistas como também os media espanhóis (basta uma pesquisa na net para confirmar o êxito da iniciativa). Porém, o Turismo de Portugal confirmou que foi feito com autorização da Casa Real, que já confirmou aceitá-lo como oferta no fim da feira. O retrato em cortiça (material omnipresente no stand) pretende também sublinhar que Portugal é o maior produtor desta matéria-prima, além desta criar uma ligação directa aos “nossos vinhos, a natureza, a sustentabilidade, a nossa indústria”.

O mote do stand português – baseado nas sete regiões turísticas lusas e na participação de 47 empresas – é a “partilha e celebração de bons momentos”. Como exemplo, há um “selfiematon”, onde os visitantes se podem fotografar em belos cenários portugueses. A arte urbana é também onipresente, aludindo-se a várias criações, como grafitis (há um a ser criado ao vivo) e festivais de rua – num ponto do stand, 30 chapéus-de-chuva em cortiça estão pelos ares, lembrando as imagens virais que chegaram a todo o mundo da decoração de ruas em Águeda no Umbrella Sky Project. O programa inclui também vinhos, gastronomia e música.

IN Fugas Publico

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O Palácio Português que é o ‘melhor Castelo da Europa’

palácio da pena

A European Best Destinations criou lista dos mais atraentes castelos europeus e à entrada não hesitou: abre com o Palácio da Pena de Sintra.

De facto, há quem lhe chame o Castelo da Pena tal a altivez. Mas este altivo e romântico monumento nacional é mesmo Palácio Nacional, tendo por vizinho o Castelo dos Mouros. No site da European Best Destinations surge à frente de manificências como o castelo de Neuschwanstein (expoente do género mas só construído três décadas após a jóia de Sintra) ou o Alcázar de Segóvia.

“Localizados na serra de Sintra, o parque e palácio da Pena são fruto do génio criativo de Dom Fernando II”, escreve-se no site – o mesmo em que decorre a votação para Destino Europeu do Ano, para o qual Liboa está nomeada. O palácio, sublinham, é “o expoente máxido do romantismo do séc. XIX em Portugal, denotando claras influências arquitectónicas manuelinas e mouriscas”

Na lista, que inclui 15 monumentos da Europa, refere-se ainda que o “paláico foi construído de forma a poder ser visto de qualquer ponto do parque”, constituído por “floresta e jardins luxuriantes com mais de 500 espécies diferentes de árvores vindas dos quatro cantos do planeta”.

Além da portuguesa Pena, do Alcázar espanhol e do alemão Neuschwanstein (primeiros três no ranking), o top prossegue com o Castelo de Hohenzollern (Alemanha), Walzin (Bélgica), Eltz (Alemanha), Chambord (França), Culzean (Escócia), Eilean Donan (Escócia), Windsor (Inglaterra), Corvin  (Roménia), Trevarez (França), Hohenwerfen (Áustria), Bran (Roménia, mais célebre como o “Castelo de Drácula”) e Schwerin (Alemanha).

IN Fugas

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Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra – considerada a mais bela biblioteca do mundo

 

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Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra – considerada a mais bela biblioteca do mundo.

A biblioteca do Palácio Nacional de Mafra é considerada a mais bela do mundo pelo conhecido portal norte-americano Book Riot, dedicado exclusivamente aos livros. Depois de eleger a Livraria Lello, no Porto, como a mais bonita do planeta, Portugal volta a conquistar os EUA com a incrível biblioteca escondida no interior deste monumento nacional. É encantadora, lê-se. E o que a torna ainda mais impressionante são as técnicas com que é feita a preservação dos livros e como os protegem de serem danificados por insetos. Há 500 morcegos dentro daquela biblioteca. Durante o dia, estes ficam guardados dentro de caixas, mas à noite são libertados para se alimentarem dos insetos que por ali andam. Ao todo, chegam a comer o dobro do seu próprio peso em insetos, havendo também lendas de ratazanas gigantes que, à noite, saem da biblioteca por um túnel subterrâneo que a liga a uma zona pesqueira nas imediações. Destaque também para o magnífico chão coberto de mosaicos em rosa, cinzento e mármore branco e para as estantes, todas elas num estilo Rococo, dispostas ao longo das paredes laterais, separadas por uma varanda com corrimão em madeira. Estas últimas contêm mais de 35.000 volumes, com capas forradas a couro, incluindo algumas das maiores jóias bibliográficas.

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Celorico da Beira promove feira para dar «visibilidade» ao queijo Serra da Estrela

A Câmara Municipal de Celorico da Beira anunciou que vai realizar, de 13 a 21 de Fevereiro, mais uma edição da feira do queijo Serra da Estrela, para «dar visibilidade» àquele produto tradicional.

queijo

Segundo o presidente da autarquia, José Monteiro, o concelho de Celorico da Beira, que possui o epíteto de “Capital do Queijo Serra da Estrela”, tem actualmente mais de 60 produtores e é de grande importância para a economia do município.

«É um sector que emprega muita gente, na ordem das 400 pessoas, o que equivale à presença de uma multinacional no concelho», disse o autarca à agência Lusa à margem da sessão de apresentação do programa do evento, realizada no decorrer da I Edição dos Encontros Rurais, na localidade de Casas do Soeiro, organizados pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia local.

O autarca indicou que o município tem apoiado os produtores do concelho suportando os custos com o licenciamento das queijarias, com a certificação do queijo, actualmente praticada por 22 produtore,) e com o processo do “Sistema HACCP – Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo”.

José Monteiro referiu que a vila de Celorico da Beira é, «desde há muito», considerada a “Capital do Queijo Serra da Estrela”, lembrando que acolheu, em 1287, por decreto do rei Dom Dinis «a primeira feira do queijo realizada no país».

Com a realização da Feira do Queijo Serra da Estrela durante nove dias, entre 13 e 21 de Fevereiro, a Câmara Municipal de Celorico da Beira pretende homenagear os pastores e as queijeiras e «dar visibilidade ao queijo produzido no concelho», segundo a organização.

O programa do certame inclui venda de queijo Serra da Estrela, produzido exclusivamente com leite de ovelha, produtos regionais e artesanato, animação, espectáculos musicais, uma caminhada pela “Rota do Queijo”, um desfile de carnaval e um espectáculo de folclore, entre outras actividades.

Está também agendada a realização de um roteiro gastronómico pelos restaurantes do concelho «onde o queijo fará parte obrigatória» das ementas, indicou o presidente da câmara. A autarquia assume que este ano irá realizar «a maior feira do queijo» do país, que atrairá visitantes e que vai contribuir para «dinamizar a economia local».

A Feira do Queijo de Celorico da Beira está a ser promovida em Salamanca, Espanha, para os espanhóis se desloquem à região e provem «o queijo mais famoso de Portugal».

Fonte: Lusa

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Homenagem a Carlos do Carmo – Lisboa Menina e Moça

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Em homenagem a Carlos do Carmo, que venceu recentemente um Grammy, a Rádio Comercial, desafiou 35 artistas a cantarem “Lisboa Menina e Moça”. Vale a pena ver e partilhar.

No seu discurso de agradecimento, o cantor manifestou o seu orgulho em Portugal e na língua portuguesa.

«Sou português, nasci num país muito velho, muito antigo (…) com um povo para o qual dá muito prazer cantar», afirmou no seu discurso de agradecimento.

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Lisboa vai ter uma nova zona de lazer junto ao Tejo

Até ao final de 2016, deverá ser inaugurada a primeira fase da faixa ribeirinha entre o Parque das Nações e a doca do Poço do Bispo.

doca

A faixa ribeirinha entre a marina do Parque das Nações e a Doca do Poço do Bispo, em Lisboa, vai mudar de cara no próximo ano. Até ao final de 2016, deverá ser inaugurada a primeira fase do parque ribeirinho que irá nascer no que é agora um terreno deserto. Hoje, é debatida e votada em reunião do executivo municipal a proposta de lançamento de um concurso para a conceção do projeto. A execução da ideia vencedora, a conhecer num prazo até três meses, não terá qualquer custo para a autarquia.

Lisboa vai ter uma nova zona de lazer junto ao Tejo

 

IN DN

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A Ponte mais bonita da Europa-Ponte 25 de Abril

A European Best Destination elegeu as 15 pontes mais bonitas da Europa “de visita obrigatória”. A Ponte 25 de Abril, em Lisboa, lidera a lista. Com de 2277 metros de comprimento, foi inaugurada a 6 de Agosto de 1966. E há mais duas pontes portuguesas neste ranking.

 

ponte 25 Abril

 

A Ponte 25 de Abril, em Lisboa, abre a lista das 15 pontes mais bonitas da Europa, segundo uma lista da European Best Destinations (EBD), uma organização de viagens que promove a cultura e o turismo no continente europeu. A ponte lisboeta, semelhante à Golden Gate de São Francisco, nos EUA, foi inaugurada a 6 de Agosto de 1966. Para além desta, a Ponte Luís I (ou D. Luís, como é conhecida), no Porto, mereceu o 5.º lugar. O site aconselha a travessia “pelo tabuleiro inferior para chegar a Gaia e às suas margens”, assim como um passeio de barco pelo Douro para admirar a ponte. Já a Ponte Vasco da Gama, também em Lisboa, é “a mais longa ponte da Europa (incluindo viadutos)” e ocupa a 14.ª posição na lista. Foi inaugurada em 1998, no mesmo ano em que se realizou a ‘Expo 98’. A EBD nomeou este ano o Porto como Melhor Destino Europeu do Ano 2014. AS 15 PONTES MAIS BONITAS DA EUROPA 1. Ponte 25 de April – Lisbo 2. Tower Bridge – Londres, Inglaterra 3. Vecchio – Florença, Itália 4. Bastei – Lohmen, Alemanha 5. Luís I – Porto 6. Millau – Millau, França 7. Széchenyi – Budapeste, Hungria 8. Rialto – Veneza, Itália 9. Kapellbrücke – Lucerna, Suíça 10. Puente Nuevo – Ronda, Espanha 11. Stari Most – Mostar, Bósnia 12. Fort de Roovere – Halsteren, Holanda 13. Garabit – Ruynes-en-Margeride, França 14. Vasco de Gama – Lisboa 15. Pont du Gard – Remoulins, França

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