
Se uma maçã traz saúde e alegria, o mesmo pode dizer-se de um abraço. É o que garante um novo estudo da Universidade de Carnegie Mellon, nos EUA, que revela que os abraços são uma arma poderosa para proteger a saúde dos mais “stressados”, prevenindo doenças como a gripe.
Os investigadores, coordenados por Sheldon Cohen, professor de psicologia daquela universidade, decidiram avaliar o potencial dos abraços como forma de apoio social, tendo descoberto que mais abraços oferecem uma maior proteção contra o aumento da suscetibilidade às infeções que se faz sentir em indivíduos em situações difíceis e geradoras de ansiedade.
O estudo, cujos resultados foram publicados na revista científica Psychological Science, debruçou-se sobre o abraço por se tratar, tradicionalmente, de um indicador de uma relação íntima e próxima com outra pessoa, explica um comunicado divulgado esta quarta-feira pela universidade norte-americana.
Cohen e os colegas avaliaram 404 adultos saudáveis através de um questionário que procurou apurar em que medida se sentiam apoiados emocionalmente, qual a frequência dos conflitos interpessoais com que se debatiam e qual a regularidade dos abraços no seu dia-a-dia.
